publicado em 14/03/2012
Roberta Chinsky Matuson viu-se alçada a um cargo de gerência aos 24 anos. Com inteligência e perspicácia – e processo de tentativa e erro –, obteve êxito e tornou-se consultora e especialista em carreira com reconhecimento mundial, sempre participando de programas de televisão como The Early Show, da CBS, e The O’Reilly Factor e Fox Business News, da Fox. É citada com frequência em publicações como The New York Times e The Boston Globe e em sites como Inc.com e CNBC.com, além de ser blogueira de primeira linha da revista Fast Company.
Há um capítulo em seu mais recente livro, De repente, no comando!, com o sugestivo título “O que você quer que eu faça?”, em que a autora descreve como proceder quando alguém é alçado a uma posição de liderança. Sua primeira orientação é examinar os fatores que podem afetar seu resultado. Segundo ela, há que se considerar:
O objetivo: qual é o objetivo desejado? Que resultados se pretende alcançar?
Os participantes: quem são as pessoas envolvidas e qual é a atual situação de relacionamento entre elas?
O ambiente: quais fornecedores externos podem afetar a situação e o resultado desejados?
As habilidades: como a situação deve ser abordada? Quais comportamentos podem ajudar a atingir o objetivo?
Se você prestar atenção, verá que ser um líder significa ter enorme capacidade de influenciar pessoas e, claro, resultados. Para tal, Roberta lista uma série de procedimentos para usar essa influência de maneira respeitosa e direcionar os funcionários a uma visão compartilhada e com foco nos objetivos estabelecidos. Isso só se consegue, entre as mais diversas práticas, se o líder tem credibilidade perante sua equipe. Abaixo, reproduzo algumas dicas que Roberta cita em seu livro para estabelecer um elevado nível de confiança:
Seja coerente – A confiança profunda é conquistada quando você exibe comportamentos coerentes por um longo período. Pense em alguém que você conhece e que faz isso bem. Como é seu relacionamento com essa pessoa? Você lhe confiaria sua vida? Depois pense em outras pessoas cujo comportamento varia de acordo com o tempo. Como é o seu relacionamento com elas? Você estaria disposto a andar na corda bamba se elas estivessem segurando uma ponta da corda?
Demonstre sua competência, o que inclui recursos, resultados e histórico – Não sei quanto a você, mas eu certamente não vou confiar em um médico para operar um membro de minha família, a menos que ele possa demonstrar ser competente na cirurgia que está prestes a realizar. Os mesmos tipos de decisão são tomados em empresas o tempo todo, embora nessas situações raramente seja uma questão de vida ou morte. As tarefas mais almejadas vão para aqueles profissionais que demonstraram, ao longo do tempo, que são capazes de levar a cabo, com êxito, o trabalho que lhes é atribuído. O oposto também é verdadeiro: se alguém não consegue desempenhar ou cumprir o prometido, provavelmente não se depositará confiança nele.
Remova o entulho – É difícil recuperar a confiança se houver obstáculos atrapalhando. Gosto de chamar esses obstáculos de entulho. São as coisas que estão na sua sala e que você se recusa a retirar de lá. Eis um exemplo: todos sabem que você disse que não haveria mais demissões, embora, no mês passado, tenha feito uma “redução da força de trabalho”. Chame isso do que quiser, mas continuam sendo demissões. Seus funcionários não esperam que você seja perfeito. No entanto, eles esperam que você admita seus erros, exatamente como você espera que eles façam. Acabe com a tensão e desculpe-se por ter dito algo de que você se lamenta. Dessa forma, todos poderão seguir em frente.
Seja respeitoso – Isso pode parecer muito mais fácil do que realmente é. Eis apenas uma das muitas maneiras pelas quais os gerentes deixam de ser respeitosos. Na última vez que seu telefone tocou enquanto você estava reunido com um colaborador, o que você fez? Se disser que atendeu ao telefone, pode ser hora de repensar até que ponto você é respeitoso com seus funcionários. É difícil estabelecer uma ligação verdadeira com um funcionário enquanto se faz várias coisas ao mesmo tempo. Na verdade, é impossível.
Seja autêntico – Integridade e propósito são as bases da confiança. Você precisa ser honesto, e seu propósito deve ser mutuamente benéfico. Isso significa que você crê inteiramente que o que está prestes a fazer visa ao interesse dos envolvidos, e não apenas o seu próprio. Isso significa ser honesto em sua conduta com as pessoas. Se um colega de trabalho pede feedback sobre a forma como conduziu determinada situação, dê-lhe o que está pedindo, lembrando-se de sempre ter certo tato.
O livro De repente, no comando! é comercializado pela Editora Campus-Elsevier. Para mais informações, acesse: www.elsevier.com.br.
Um grande abraço e até a semana que vem.
Júlio Clebsch
Editor da revista Liderança
julio@editoraquantum.com.br
ARTIGO DA SEMANA
Aprimore sua equipe para ter um ano mais produtivo
Diz a prática que, no Brasil, o ano começa, verdadeiramente, após o Carnaval. E esse é um bom momento para os gestores fazerem um balanço e partir efetivamente para ações que tragam bons resultados para seus negócios. A principal delas é a análise de sua equipe de trabalho. Será que você está com o time certo?
A maioria dos gestores sonha em ter, em suas empresas, a "equipe ideal" e, muitas vezes, acha que a solução está do lado de fora. O que muitos não percebem é que há alternativas para aprimorar as pessoas que já fazem parte da equipe. Veja, a seguir, nove dicas para fazer isso acontecer:
Invista mais tempo em conhecer a personalidade de seus colaboradores. Todos, sem exceção, deixam um rastro durante a vida, e esse histórico indica tendências futuras. Portanto, é muito importante conhecer a personalidade de seus funcionários.
Não force a natureza das pessoas. Apesar de a personalidade adquirir alguma maleabilidade com o passar dos anos, a estrutura continua sendo a mesma durante toda a vida. "Lagartixa não vira jacaré"; portanto, cobrar coisas improváveis não é bom negócio. Por exemplo: se uma pessoa é tímida, não lute contra isso, apenas administre. Provavelmente a praia dela não é lidar com o público. O contrário também é verdadeiro: se você tem um funcionário superextrovertido, colocá-lo para trabalhar em um escritório fechado será uma tortura. Pense em mudá-los de função ou de ambiente.
Identifique os pontos fortes. Ter um funcionário muito exigente, teimoso, perfeccionista, mandão, falante, desconfiado, ou com qualquer comportamento que socialmente é visto como inadequado, pode se tornar um ponto forte se for aproveitado em tarefas que demandem esses comportamentos.
Posicione as pessoas para que elas rendam mais. Procure posicionar as pessoas em funções nas quais elas possam usar seus estilos particulares na maior parte do tempo. O perfeccionista gosta de organizar; o extrovertido, de se relacionar; o dominante, de comandar; o impaciente, de acelerar.
Faça prática deliberada. Prática deliberada é aquilo que fazemos especificamente para aprimorar o que já temos de bom. Significa desenvolver, com técnicas, estudo e repetição, nossos talentos. Muita prática deliberada significará melhor desempenho; “toneladas” de práticas deliberadas resultarão na excelência.
Defina metas ousadas. Se você seguir as sugestões anteriores, terá autoridade para cobrar metas mais agressivas. Estipule objetivos para o incremento do faturamento, o aumento da lucratividade e a diminuição de custos.
Cobre resultados. Parece óbvio, mas muitas empresas estipulam metas globais e não cobram metas individuais. A maioria das pessoas consegue um desempenho 20 a 30% superior quando as metas são justas, claras e, principalmente, avaliadas individualmente.
Institua a meritocracia. Premie, reconheça e promova os melhores, independentemente do tempo de casa que possuam. Isso dará um "choque de gestão" e motivará os mais talentosos e determinados.
Dê o exemplo. As pessoas só acreditam em um programa de melhoria se quem o propõe o segue rigorosamente. O exemplo vem dos superiores.
Essas ações exigirão algum esforço mental, mas garanto que, se bem utilizadas, trarão ótimos resultados.
Eduardo Ferraz é consultor em gestão de pessoas e especialista em treinamentos e consultoria in company, com aplicações práticas da neurociência. É pós-graduado em direção de empresas pelo ISAD PUC-PR e especializado em coordenação e dinâmica de grupos pela SBDG. Autor do livro Por que a gente é do jeito que a gente é?, da Editora Gente. Para mais informações, acesse: www.eduardoferraz.com.br
PARA PENSAR
“Quem tem um porquê enfrenta qualquer como”
Friedrich Nietzsche
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São revistas, áudios, vídeos, livros, newsletters, eventos e treinamentos voltados para um público vasto de iniciantes, veteranos, gerentes e líderes – todos focados no mesmo objetivo.
Ano 9 - nº 11 - 14 de março de 2012.
Confira na Liderança de março
Lidera News – Novidades, pesquisas e tendências em gestão, pessoas e atitudes
Entrevista – O empresário Flavio Duncan fala sobre como o engajamento em projetos sociais contribui não só para a sociedade, mas também para sua empresa
Incentivos e Resultados – Ideias e iniciativas que você pode colocar em prática na sua empresa
Tendências – 12 tendências mundiais de consumo em 2012
Liderança às Avessas – O cliente tem sempre razão?
Tradutor Online
sábado, março 17, 2012
terça-feira, março 06, 2012
Expectativa frustrada causa crise imobiliária em Marabá
31/12/1969 - Correio Tocantins
E foi o que fez uma equipe do CORREIO DO TOCANTINS ao percorrer os três núcleos da cidade e constatar que na Avenida Antônio Maia, Núcleo Pioneiro; Vias Principais 07 e 08, na Nova Marabá; e Avenida Nagib Mutran, no Núcleo Cidade Nova, há muitos imóveis desocupados há meses sem que apareçam pessoas interessadas em comprá-los ou alugá-los.
Um desses prédios é comercial, fica na Avenida Antônio Maia e está fechado há cerca de seis meses. A Reportagem entrou em contato com a imobiliária responsável pelo aluguel do imóvel e levantou com a atendente, que, de início, a locação custava R$ 1.000. No entanto, devido à demora para alugar, o preço baixou para R$ 900 e, mesmo assim, ainda não foi alugado.
Estranhamente, ao ligar nos telefones anunciados nas faixas e placas fixadas nos demais imóveis fechados, a Reportagem não conseguiu contato com os responsáveis pelos prédios. As ligações quando não eram atendidas, iam parar na caixa de mensagem.
Vizinhos dos imóveis, quando indagados se sabiam sobre valor e o tempo em que os prédios estão fechados, diziam não saber informar.
Queda
De acordo com a corretora Mércia Godói Spíndola, delegada regional e fiscal do Creci (Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Pará), o mercado imobiliário registrou queda nas vendas de cerca de 20% em relação ao ano passado.
Segundo ela, a incerteza quanto à instalação da Alpa (Aços Laminados do Pará) em Marabá e a não aprovação da criação do Estado do Carajás frustraram o mercado imobiliário, fazendo com que os investimentos no setor fossem refreados.
“Tudo começou com uma valorização irreal de preços dos imóveis, devido a uma expectativa criada com o plebiscito e a Alpa. Os proprietários dos imóveis aumentaram os valores acima do normal. Em consequência disso, eles saíram do mercado e não conseguiram vender o imóvel”, explica Mércia.
Para ela, ainda hoje existe uma especulação muito grande por parte dos corretores: “Isso também inviabilizou o mercado e o engessou”, afirma, acrescentando que não há possibilidade do mercado imobiliário absorver tantos produtos. “Com a lei da oferta e da procura, existem empreendimentos que estão há mais de seis meses no mercado e só chegaram a vender cinco unidades”, exemplifica.
Mércia lembra que no ano de 2009 o quadro que a cidade vivenciava era outro: “O mercado estava aquecido e os loteamentos em alta. Mas hoje o quadro está diferente”, afirma ela. A supervalorização dos imóveis e a queda nas vendas geraram um excedente de imóveis para as construtoras venderem.
“Hoje as vendas ‘mal feitas’ estão gerando inadimplência. Quem comprou na ocasião do aquecimento nas vendas, não teve a visão do que estava comprando. Se a oferta é grande tem de baixar o preço. Mas, infelizmente, isso não aconteceu. Ou você baixa para o valor real ou não faz negócio”, opina a delegada do Creci.
sábado, março 03, 2012
Eleição para escolha da diretoria da ACII
Marcada a eleição para escolha da diretoria da ACII
Com uma chapa de consenso encabeçada por Euclides Viera, a nova direção será aclamada em sessão no dia 29 de março
IMPERATRIZ - Está marcada para o próximo dia 29 de março a eleição para a formação da nova diretoria da Associação Comercial Industrial de Imperatriz (ACII) para o biênio 2012/2013. A chapa de consenso, que concorre ao pleito, está encabeçada pelo empresário do ramo de equipamentos, Euclides Viera.
A eleição e posse da diretoria será realizada em uma assembleia geral extraordinária na própria sede da entidade.
O atual presidente, Gilson de Sousa Kyt, explicou que, em vez de concorrer à reeleição, preferiu manter-se na diretoria futura, num cargo que o mantenha em contato com os associados para trazer novos projetos para a cidade. Ele disse que entregará a direção com a certeza de ter cumprido sua meta de avanços à entidade classista em vários setores.
A principal conquista da gestão foi o fortalecimento de feiras como a Feira do Comércio e da Indústria (Fecoimp), Movelnorte, voltada para a produção de móveis, além da feira do livro e as exposições que reúnem artigos para festas e artesanato.
“A avaliação é muito positiva pelo fato de termos aprendido muito e substancialmente com o associado, que diariamente mostra quais os caminhos que a entidade tem que seguir”, ressaltou o presidente.
Entre as ações desenvolvidas pela entidade nos últimos dois anos, Gilson Kyt destacou parcerias firmadas com instituições públicas, entidades e o poder público em geral como instituições do sistema “S”, como Sesi, Senai e Senac, prefeituras e o Governo do Estado.
Avaliação - Na avaliação do dirigente, nos últimos cinco anos à frente da entidade - 3 anos como diretor e dois anos como presidente -, houve grandes avanços na economia da cidade com a chegada de novas empresas, a instalação do Distrito Industrial, entre outros.
“As pessoas cresceram, as mentes estão melhor no dia de hoje do que há cinco anos e tivemos a felicidade de fazer com que a entidade melhorasse e acredito que os próximos 52 anos serão bem melhor construídos”, observou a liderança.
Na lista de conquistas da Associação Comercial e Industrial também está pesquisa, elaboração e publicação do livro Perfil Imperatriz, uma publicação histórica sobre a economia da cidade, que vai servir de banco de dados para novos empreendimentos que estão chegando ao estado. Para produzir o livro, a entidade contratou instituições públicas e privadas de ensino superior da cidade e ainda a Fundação Getúlio Vargas.
segunda-feira, fevereiro 20, 2012
Micro e pequenas empresas geraram mais de 15 mil Empregos em 2011 no MA
Segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), em 2011 foram criados em todo o país 1.944.560 novos com carteira assinada.
Publicação: 20/02/2012 17:12
A pesquisa, divulgada pelo Ministério do Trabalho e Emprego - MTE, afirma que houve significativas elevações em todos os oito setores da atividade econômica. Ao anunciar os resultados da geração de empregos em 2011, o MTE adiantou que as perspectivas para 2012 são favoráveis, mesmo distantes do resultado recorde de 2010, considerado o segundo melhor da história quando foram abertas 2,5 milhões de vagas. O Nordeste apresentou o segundo melhor resultado, ficando atrás somente da Região Sudeste.
O crescimento das Micro e Pequenas Empresas teve destaque especial nesses resultados. O segmento foi responsável pela criação de 1,3 milhão de novos empregos - mais de 90% do total. Em relação aos setores da economia, o de serviços registrou o segundo melhor saldo anual, com 925.537 vagas e elevação de 6,43% no estoque de empregos para o setor em 2011. Foram criados ainda 452.077 postos formais no comércio (+ 5,61%), 222.897 na construção civil (+ 8,78%) e 215.472 na indústria de transformação (+ 2,69%).
A agricultura obteve o melhor resultado desde 2005, com a criação de 82.506 vagas (+5,54%). A mineração registrou recorde de contratações, com a geração de 19.510 postos (+ 10,33%). A administração pública fechou 2011 com mais 17.066 postos (+ 1,9%). No setor de serviços industriais de utilidade pública, 9.495 vagas foram geradas (+2,48%).
Os estados que mais criaram empregos com carteira assinada no ano passado foram São Paulo (551.771 vagas), seguido por Minas Gerais (206.402), Rio de Janeiro (202.495) Paraná (123.916) e Rio Grande do Sul (122.286). Já as regiões metropolitanas que mais se destacaram foram São Paulo (292.940), Rio de Janeiro (142.125), Belo Horizonte (88.217) e Recife (66.021). Segundo o MTE, as nove principais áreas metropolitanas do país geraram, em conjunto, 792.048 vagas, o que elevou em 5,26% o nível de emprego nessas regiões no ano passado.
Maranhão
Somente no Maranhão, 15.813 vagas foram criadas durante o ano passado por empresas de micro e pequeno porte, enquanto as médias e grandes empresas, segundo a pesquisa, fecharam o ano com saldo negativo de menos 3.260 vagas.
Outro dado positivo que a pesquisa explicita é o número significativo de novos empregos gerados em micro e pequenas empresas com até quatro empregados. Foram criadas 1.324.727 vagas, nas quais estão incluídas as vagas geradas pelos empreendedores individuais, que podem contratar até um empregado com carteira assinada.
Para se ter uma ideia, até dezembro de 2010, somente no Maranhão foram registrados 13,5 mil empreendedores individuais. Em dezembro de 2011, o estado fechou o ano com 28.796 empreendedores individuais, um aumento de 114%.
Referências
O Caged leva em consideração declarações enviadas por empregadores de todo o país. A estatística, no entanto, abrange apenas o emprego formal, já que o saldo é calculado com base na diferença entre contratações e demissões de postos de trabalho com carteira assinada.
Em relação a dezembro de 2011, quando foram fechados 408.172 postos de trabalho, o MTE atribuiu a redução a fatores sazonais (oscilações típicas da época do ano). Tradicionalmente, o último mês do ano tem saldo negativo por causa de fatores como entressafra, fim do ciclo escolar e esgotamento da bolha de consumo no fim do ano. O Ministério também atribuiu a queda a fatores climáticos, como as chuvas no Sudeste e a seca no Sul e no Nordeste, que afetaram a produção agropecuária.
terça-feira, janeiro 31, 2012
domingo, dezembro 11, 2011
Amicro Participa de Reunião em Brasilia para discutir sobre o Maranhão do Sul
Aluízio Henrique Diretor de agronegócio participa de reunião em Brasilia onde foi discutido sobre a criação do maranhão do Sul.
sexta-feira, dezembro 02, 2011
Oportunidade de Trabalho
A central de vagas da Mad Soluções está disponibilizando as seguintes vagas de Emprego
Seguimento de Segurança predial:
- Supervisor de equipe técnica
- Experiencia em gerenciamento de equipe
- Segundo grau completo
- Conhecimento de eletrônica e informatica
- Perfil de liderança
Seguimento de Escola Técnica:
- Gerente Comercial:
- acima de 25 anos
- Disponibilidade para viagens
- Curso superior completo
- experiencia em Gerir equipes
- Experiencia em vendas
- Coordenador Comercial:
- acima de 20 anos
- Disponibilidade para viagens
- Segundo grau
- experiencia em gerir equipes
- experiencia com vendas externas
- Consultor Comercial:
- acima de 18 anos
- Experiência com vendas ou cursos na área
- Segundo grau completo
Contato e Informações
Flavio Oliviera
(99) 30722720 (99) 91255848
amicro.imperatriz@hotmail.com
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