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sexta-feira, dezembro 18, 2015
Flavio Oliveira - Educador Empresarial: MODELO VISUAL DE NEGÓCIOS - CANVAS
Flavio Oliveira - Educador Empresarial: MODELO VISUAL DE NEGÓCIOS - CANVAS: O que e modelo visual de negócios? “Um Modelo visual de Negócios descreve a lógica de criação, entrega e captura de valor por parte de ...
quinta-feira, setembro 10, 2015
INTERNACIONALIZAÇÃO DAS EMPRESAS
PROFESSOR FLAVIO OLIVEIRA FALANDO SOBRE INTERNACIONALIZAÇÃO DAS EMPRESAS BRASILEIRAS.
terça-feira, setembro 01, 2015
PROGRAMA NOTICIA MAIS - EMPRESAS E NEGÓCIOS COM FLAVIO OLIVEIRA EDUCADOR...
FLAVIO OLIVEIRA EDUCADOR EMPRESARIAL APRESENTANDO DICAS DE COMO ADMINISTRAR MELHOR SUA EMPRESA E SUA CARREIRA PROFISSIONAL.
quarta-feira, julho 08, 2015
Entrevista Professor Flavio Oliveira para a Radio RVC AM780 sobre Empreg...
ENTREVISTA COM O PROFESSOR FLAVIO OLIVEIRA PARA A RADIO RADIO RVC AM 780 DE GOIANÉSIA - GO ENTRADO POR PAULO SILVA (LOCUTOR), SOBRE COMO SE MANTER NO MERCADO DE TRABALHO E COMO CONSEGUIR UM EMPREGO DURANTE A CRISE QUE ESTÁ OCORRENDO NO BRASIL ATUALMENTE
quarta-feira, maio 27, 2015
segunda-feira, março 30, 2015
Porquê as empresas perdem seus melhores talentos?
Muitas empresas parecem viver um estágio de letargia, de hibernação. Durante meses, algumas vezes anos, envoltas em seu dia a dia acabam negligenciando um dos principais fatores de sucesso das empresas, GENTE! Costumo dizer que nenhuma empresa é maior ou melhor que as pessoas que nela trabalham, os colaboradores dão um duro danado todos os dias. Então porquê as empresas perdem seus melhores talentos a todo o momento? Porquê a motivação some repentinamente favorecendo o não atingimento de metas e ganhos de mercado?
(1) Colaboradores felizes ajudam as empresas a prosperar.
Ninguém é feliz somente por estar em algum lugar, pessoas felizes fazem parte de algo, sentem-se de fato úteis e colaborando, não apenas seguindo ordens, mas contribuindo de forma proativa, sendo ouvidas, compartilhando conhecimento e principalmente entendendo claramente o que estão fazendo e para onde estão indo. Negligencie esta equação simples e lá se foi mais um talento da empresa.
(2) Afinal qual o meu papel nesta empresa e onde posso dar meu melhor?
Muitos gestores não dedicam o tempo necessário para montar o Job description de suas áreas, muito menos no momento que recorrem ao RH, empresas de recrutamento e seleção ou headhunters para vagas mais seniors. Definir o Core Business da área que atua é fugir da armadilha de ficar enrolado numa montanha de projetos que muitas vezes não deveriam nem ter começado.
É muito comum um colaborador, novo ou não, esbarrar em tarefas ou atividades que nada tem a ver com o Job description que os atraiu, muito menos com a entrevista que participaram. Para ampliar o quadro para pior, equipes constituídas e em pleno vôo se deparam com informações e diretivas contraditórias tirando muitas vezes o chão de quem estava performando, pronto para dar o melhor de si na finalização e consolidação de seus projetos.
Tenho acompanhado grupos de profissionais que voltam para casa todos os dias se perguntando de o porquê estarem envolvidos em determinados projetos e o quanto contraditório tem sido a atuação de suas áreas entre o que se fala e o que se pratica.
Vejo profissionais mergulhados em infinitas reuniões, uma após a outra onde em mais de 70% dos casos, tecem comentários do tipo: “Que perda de tempo, reunião chata e sem propósito, finalmente vou sentar na minha mesa para fazer o que precisa ser feito, passo a maior parte de meu tempo útil de trabalho montando apresentações para falar a mesma coisa ou justificar o que já se sabe…”Estas e outras questões permeiam o pensamento dos colaboradores 24 horas, 7 dias por semana.
(3) Autoritarismo e arrogância são mais comuns do que se imagina.
A correria do dia a dia, distrações, pressões por resultados, questões pessoais, falta de preparo profissional, medo, ego, a lista é enorme. Estas e outras, são as principais razões de tanto autoritarismo e arrogância dentro das empresas e de todas elas eu diria que o ego é o principal aniquilador de talentos. É incrível como muitos profissionais tem a síndrome do Bozó (personagem de Chico Anísio), muitos, da noite para o dia mudam de forma drástica. Antes colegas leais e participativos, agora acreditam que devem assumir uma nova postura, mais parece que ascenderam para uma casta nobre perdendo a chance de se tornarem ótimos colegas e talvez grandes líderes.
Outro grupo bem conhecido são os experts. Conhecidos como dominantes de suas próprias verdades, alguns, chegam ao extremo quando diante de uma equipe com mais de duzentos colaboradores proclama seu conhecimento como soberano. Estes, acabam esquecendo que um pensa melhor que dois, dois melhor que três e assim por diante. Toda essa expertise vai ralo abaixo logo que percebe, que já que ele sabe tanto, 100 de sua equipe andam em marcha lenta, outros 50 ainda não entenderam nada e os outros 50 literalmente estão de braços cruzados esperando o circo pegar fogo.Autoritarismo e arrogância são um espelho que só reflete a autoimagem de quem vê somente a si próprio, sem perceber que ao quebrar o espelho é somente sua autoimagem que se desfaz e lá se foi mais um chefe insuportável e muitos talentos no meio do caminho.
(4) Feedback do medo
Simples assim, você deve viver isso na pele, basta falar em feedback e todos começam a tremer, ainda mais quando vem recheado de uma técnica de feedback que inicia elogiando e começa de verdade com MAS… Não é nada raro no ser humano enfatizar o erro ao invés de valorizar os acertos. Feedback deveria ser diário e de preferência positivo pois ninguém gosta de ser o patinho feio, as pessoas gostam de se espelhar em vencedores, não em perdedores. Feedback mal feito é como uma praga, só dissemina o terror.
(5) Quem aponta erros é punido ou banido
Como Vincente Falconi aponta, a política de enfrentamento pode ser mais positiva que parece. Quem aponta os erros é punido, quem fica na zona de conforto é premiado. Tudo errado, uma equipe forte é exatamente uma equipe de autocrítica, claro quando bem dosada, muitos tem a síndrome da Hiena do desenho da Hanna Barbera “Oh vida Oh dor” Uma vez nesse círculo só reclamam e nada constroem.
(6) Aniquiladores da criatividade
Não muito raro aparece aquele funcionário com uma ideia que imediatamente é rebatida, aquele funcionário ou equipe que apresenta um projeto de produto que utiliza a captura de imagens por exemplo de forma digital e a empresa sentada encima de sua história rebate: Isso canibaliza nosso negócio”. Parece brincadeira mas foi o que aconteceu na Kodak. A câmera digital foi criada dentro da Kodak e hoje a empresa se resumiu praticamente a pó.
(7) 10, 15, 20 anos de empresa e uma medalhinha
Vejo muitas, mas muitas empresas laureando seus colaboradores. Uma festa, um diploma, uma medalhinha de ouro. Foram anos de dedicação e resultados, nada mais justo que fazer uma média de pontuação de desempenho em todos esses anos e dar uma engordadinha no bônus para que o colaborador possa levar a família para gozar umas boas férias ou comprar algo que deseja a muito tempo. Medalhinha é nada mais que dizer; Obrigado você não fez nada além de sua obrigação!
Afinal reter talentos para quê?
Porque é o capital humano da empresa, são nossos melhores colaboradores, nosso capital intelectual. É verdade, mas talvez ao invés de reter talentos simplesmente as empresas eliminassem de vez com o que já é sabido de todos. Nada do que foi dito acima é novidade, faz parte do dia a dia dos profissionais e das empresas, que tal disseminar uma cultura realmente onde a meritocracia seja aplicada, onde favoritismos sejam eliminados, onde profissionais qualificados sejam reconhecidos, onde a missão e valores da empresa de fato estejam presentes e não simplesmente nos cartazes nas paredes da empresa. Onde os funcionários desempenhem suas funções conscientes de que eles precisam, e muito fazer sua parte, de que não é papel apenas da empresa criar os meios e fazê-los manter mas sim de todos os envolvidos, acionistas, gestores e colaboradores.
Ninguém abandona terreno fértil e próspero, agradável e enriquecedor, ninguém abandona a empresa dos sonhos. Precisamos acordar para o fato de que estamos olhando na direção errada, criando plano após plano para reter pessoas quando na verdade devemos atacar as causas e não os sintomas que nos fazem perder talentos todos os dias.
Ricardo Abiz – Looking for a company that will catch my eyes – Procurando a empresa que faça meus olhos
quinta-feira, março 26, 2015
SOLICITAÇÃO DE CRIAÇÃO DE LINHA CIRCULAR EM IMPERATRIZ-MA
FOI PROTOCOLADO HOJE JUNTO A EMPRESA VBL O PEDIDO DA AMICRO PARA A CRIAÇÃO DA LINHA CIRCULAR PARA MELHORAR A LOCOMOÇÃO E O TEMPO DE ESPERO DOS USUÁRIOS DO SISTEMA DE TRANSPORTE PUBLICO, ESSA É A PRIMEIRA SOLICITAÇÃO OFICIAL REALIZADA PELA AMICRO AGORA VAMOS ACOMPANHAR A IMPLANTAÇÃO NAS PRÓXIMAS SEMANAS.
sexta-feira, fevereiro 06, 2015
quarta-feira, janeiro 14, 2015
segunda-feira, novembro 17, 2014
SISTEMA DE GESTÃO FINANCEIRA MARKKAR
A markkar é uma empresa fundada em 2004 com o objetivo de oferecer aos empresários, uma metodologia eficaz em sua funcionalidade operacional financeira, com uma apuração objetiva e precisa de seus resultados. http://markkar.com.br/ contato em Imperatriz (99) 9125-5848 (99) 81495455 (99) 81234824 - Whatsapp.
SISTEMA MARKKAR
- Auditoria financeira preventiva
- Resultados por filial, seção e unidade de produção
- Resultados acumulados no exercício
- Ranking entre filiais
- Orçamento x Realização
- Fluxo de caixa (Previsto x Realizado)
- Resultados por filial, seção e unidade de produção
- Resultados acumulados no exercício
- Ranking entre filiais
- Orçamento x Realização
- Fluxo de caixa (Previsto x Realizado)
- Planejamento econômico
ORGANIZAMOS
- Movimentações financeiras
- Movimentações de vendas
- Contas a receber
- Contas a pagar
- Controle de estoque
- Movimentações de vendas
- Contas a receber
- Contas a pagar
- Controle de estoque
APURAMOS
- Lucratividade no negócio
- Custos operacionais e não operacionais
- Pontos de Equilíbrio
- Limites de compras
- Diagnóstico da situação financeira
- Custos operacionais e não operacionais
- Pontos de Equilíbrio
- Limites de compras
- Diagnóstico da situação financeira
ORIENTAMOS
- Metas de vendas
- Limitação de custos
- Logística no circuito de documentos
- Objetividade nos resultados
- Recursos junto a instituições financeiras
- Qualificação profissional
- Limitação de custos
- Logística no circuito de documentos
- Objetividade nos resultados
- Recursos junto a instituições financeiras
- Qualificação profissional
RAMOS DE ATUAÇÃO
Temos uma significativa relação de clientes e parceiros distribuídos em vários ramos de atividades, indústria, comércio e serviços:
- Agricultura - Artesanato - Auto Center - Auto Peças - Cerâmica - Clínica Dentária - Clínica Médica - Colégios / Cursos - Construção Civil - Confecção - Design de Interiores - Entretenimento - Eventos Gastronômicos - Gráfica - Hospital - Instalações Comerciais - Instrumentos Musicais - Instituições Religiosas - Mecânica - Móveis e Eletrodomésticos - Ótica - Química - Restaurante - Retífica - Som e Iluminação - Torqueamento - Turismo - Vestuário Masculino - Vestuário Feminino - Vestuário Infantil - Vidraçaria e adequações a outros modais.
sábado, novembro 15, 2014
sábado, outubro 04, 2014
Noticia mais 11 09 2014 - Prof. Flavio Oliveira - Como manter-se no trabalho
Participação do Prof. Flavio Oliveira falando sobre como se manter no mercado de trabalho e não ser demitido da empresa.
sexta-feira, setembro 19, 2014
INAUGURAÇÃO DO CARTÓRIO - MELHORES MOMENTOS
ESSES SÃO OS MELHORES MOMENTOS DO EVENTO DE INAUGURAÇÃO DA NOVA SEDE DO CARTÓRIO DO 6º OFÍCIO DE IMPERATRIZ
sexta-feira, setembro 12, 2014
O LÍDER SAMURAI
Prof. Antônio Madiflavio Oliveira Ferreira – www.globalmidia.ppg.br - globalmidia.imperatriz@gmail.com
(99)3528-2576, (99)9125-5848, (99)81495455
Os japoneses nos fascinam com suas
história e mitos, além de seu exemplo de liderança e foco na qualidade, mas uma
de suas tradições que mais nos chama atenção é a tradição “Samurai” que é uma
das responsáveis por todos os ritos existentes
no Japão atual.
Os samurais (em japonês “aquele
que serve”) formavam a classe guerreira do Japão feudal (ou bushi). Esta
classe tinha um grande status social durante o governo militar conhecido como
xogunato.
Em 1868, com a restauração meiji
eles deixaram de existir como classe, quando o imperador retomou o controle do
país. Os samurais observavam um código de honra não-escrito, conhecido como Bushido
(caminho do guerreiro), que prezava a honra, a lealdade e a integridade por
toda a vida, e que era baseado em algumas virtudes que podem ser aplicadas até
hoje por um bom gestor.
Essas virtudes se dividem em 4 G’s
que podem ser aplicados às pessoas que desejam se tornarem um líder de sucesso em
nossos dias atuais.
•
Giri: (obrigação, dever, justiça), um
forte laço que une as pessoas.
• Gisei: (sacrifício), representa a
dedicação ao trabalho, mesmo afastando-se da família temporariamente.
• Gaman: (tolerância, perseverança,
resistência), é aguentar aquilo que pode parecer insuportável.
• Gambaru: (esforço, persistência), a
capacidade de se envolver de forma profunda e determinada, manter-se firme e
forte. Características obrigatórias de um bom gestor.
Para se tornar um guerreiro
samurai digno e honrado é necessário além dessas virtudes passar por um
processo de transformação interna e buscar trilhar “O Caminho do Guerreiro” que
tem como base os seguintes passos.
1.
Ken (visão) e Kan (conhecimento):
Através de uma visão de futuro, clara e significativa, a pessoa pode
vislumbrar melhor suas possibilidades que, junto com o conhecimento do contexto
e dos detalhes ajudam a tomar as decisões mais sábias. Podemos fazer um
paralelo com o conhecimento da estratégia da organização e com o conhecimento
do ambiente interno e externo.
2. Kaizen (melhoria contínua): Um samurai está sempre treinando e buscando a perfeição para ser um guerreiro melhor hoje do que foi ontem. Esse é um conceito amplamente difundido entre os praticantes da qualidade total nas empresas e aplicado por meio dos 5s. “O que não é medido está aderiva” kaoro Ishikawa
2. Kaizen (melhoria contínua): Um samurai está sempre treinando e buscando a perfeição para ser um guerreiro melhor hoje do que foi ontem. Esse é um conceito amplamente difundido entre os praticantes da qualidade total nas empresas e aplicado por meio dos 5s. “O que não é medido está aderiva” kaoro Ishikawa
3.
Mu (desprendimento): O desapego, que tem raízes na cultura Zen budista,
influenciadora do bushido. Prega que os interesses do grupo devem prevalecer,
não os do indivíduo. Ter um líder que põe seus interesses próprios acima dos
interesses da empresa é determinar o seu fracasso e desagregação.
4.
jinkaku (Caráter): Outro princípio herdado da filosofia Zen budista, a ideia de
que o trabalho deve ser visto como uma forma de engrandecer o caráter.
5.
Mushin (atitude mental): Segundo o código dos
samurais “é difícil derrotar os inimigos; é fácil derrotar a si mesmo”. Assim,
todo treinamento era focado no autoconhecimento, que gerava a autoconfiança e,
por consequência, a segurança na tomada de decisão em momentos de crise e
dificuldade. Há muitas referências na cultura oriental a respeito do auto
conhecimento. Sun Tzu já havia falado sobre a importância dele em “A arte da
guerra”, muito antes de existirem os samurais. Atualmente, o conhecimento
das próprias fraquezas e forças é determinante para o sucesso de um gestor.
6. Amae
(confiança): O samurai acredita,
antes de tudo, que as pessoas, de forma geral são boas e honestas. O
pressuposto básico de todo relacionamento humano é a confiança.
Compartilhar refeições, trocar presentes, participar de fases da vida são
formas de construir o “amae”.
7. Ue
(habilidades escondidas): Ao
contrário do que acontece na cultura ocidental, para os orientais é comum manter-se
escondido, mantendo um perfil modesto, restrito, contido e reservado, sem
vangloriar-se ou exibir-se deliberadamente, deixando para revelar suas forças e
habilidades no momento apropriado e de forma estratégica.
8.
Haragei (intuição, ou “pensar com o estômago”): Entre os orientais, a intuição é
fundamental aos seus instintos. Era um dos traços de famosos empresários
japoneses, como Konosuke Matsushita, Soichiro Honda ou Akio Morita
compartilhavam. A observância aos detalhes, a visão holística, o conhecimento
tácito e a disciplina constante na educação fazem parte deste preceito.
9.
Henman (harmonia): Desde as artes marciais, cerimônias, artes, tudo na
cultura japonesa baseia-se no equilíbrio e na harmonia. Nos negócios, a
paciência é uma virtude que se traduz em longas rodadas de negociação e a busca
da compreensão da posição do outro ajuda a encontrar soluções.
O que fazer para
ser um grande líder seguindo o caminho do guerreiro?
Provoque o surgimento permanente de boas
ideias no ambiente de trabalho
Não basta ter
somente uma boa ideia é necessário transformar essa ideia em uma oportunidade
real de negócio que gere lucro para a empresa, ideia sem resultado é o mesmo
que avião sem voar não serve para
nada, e toda ideia possui um ciclo de ida útil.
•
Pesquise e Desenvolva novas ideias sempre
•
Implante faça acontecer não deixe ficar no mundo
da fantasia
•
Crescimento bem acompanhado é um passo
importante para o sucesso de uma ideia.
•
Estabilização controlada é o principal objetivo
mas evitando o comodismo
•
Morte identificada antecipadamente toda ideia
tem um tempo de vida determinado e o líder tem de visualizar esse final e já
criar uma nova estratégia para evitar a morte fazendo-a renascer.
Tenha atitudes de grandes lideres
•
Comprometido em tudo que faz.
•
Autodidata não espera entrar em um curso para
aprender busca conhecimento permanentemente.
•
Auto motivado não depende dos outros para gerar
a força necessária para agir.
•
Auto crítico faz uma avaliação de si mesmo e de
suas ações o tempo todo buscando sempre a melhoria continua.
•
Possui auto conhecimento pessoas de seus pontos
fortes e seus pontos fracos.
•
Autônomo age com pró atividade e assertividade.
•
Autoconfiante mas humilde sem si achar acima das
outras pessoas.
•
Visão estratégica continua focada em seus objetivos.
Fontes de pesquisa
Sites
Arigato Gozaimashitá
Fontes de pesquisa
Sites
•www.bushido-online.com.br
•www.niten.org.br
Filmes
•O Ultimo Samurai
•Pearl Harbor
quinta-feira, agosto 07, 2014
A Importância das Micros e Pequenas Empresas no Desenvolvimento do Brasil.
As micro e pequenas empresas instaladas no país, tem um forte papel,
principalmente na alavancagem do crescimento do País.Os pequenas negócios que
estão aberto, são fundamentais para fomentar o desenvolvimento dos estados
federados , o que vem contribuindo para um
aumento na arrecadação e na geração de emprego e renda.
O papel das micros e pequenas empresas
é importante para redução da desigualdade social, sendo a principal mola para geração
de emprego no país, isso demonstra a capacidade de expansão, associadas ás um
espírito empreendedor da sociedade mesmo diante da alta carga tributária e da
enorme burocracia que impende a criação de novos negócios no país.Não basta
somente ter a vontade de abrir um negócio, é necessário a habilidade e a
criatividade de viver em ambientes altamente complexos e desafiador, com altas
taxas de juros,concorrência feroz, burocracia e falta de maior apoio governamental para MPES.
Para que o setor possa está
continuamente expandindo suas operações são necessários mecanismos que permitam
que as MPEs, possam ter vantagens competitivas em relação ás grandes empresas,
principalmente quanto a expansão do crédito, bem como linhas especiais de
financiamento, associadas às garantias, de modo que o governo proporcione condições para que essas empresas possam buscar
melhores condições de empréstimos visando financiar sua produção e seus
serviços.
As micro e pequenas empresas são
responsáveis pela grande maioria dos
empregos formais em todo o País, segundo
os dados do BNDS, mais de 13 milhões de trabalhadores,
demonstrando a importância de
investimento nas MPES,associados a políticas publicas voltada para esse setor, visando aumentar a
forca e a capacidade de crescimento
dessas empresas.Diante do cenário, para que o país possa ter empresas
competitivas, seria necessário um melhor tratamento paras as Micros e Pequenas, uma carga tributária menor,
uma política de incentivo que atenda com maior amplitude os anseios do setor,
bem como realizar uma política de desburocratização ainda maior e que facilite a abertura e o fechamento das
MPES, associada a uma política de Estado que possa enxergar as Micros e
Pequenas como a mola propulsora para o desenvolvimento do Brasil.
segunda-feira, julho 07, 2014
sábado, maio 31, 2014
domingo, março 23, 2014
CONGRESSO BRASILEIRO DAS MICROEMPRESAS E EMPRESAS DE PEQUENO PORTE
Congresso vai reunir microempresários de todo o Brasil em Pernambuco
No próximo dia 3 acontece o XIX Congresso Brasileiro de Micro e Pequenas Empresas e o XV Congresso Estadual de Micro e Pequenas empresas de Pernambuco. No dia 3 de abril, o evento tem lugar no Teatro Guararapes, Centro de Convenções de Pernambuco. No dia 4 de abril a programação segue no Hotel Jangadeiro, em Boa Viagem, e é fechada para lideranças ligadas aos SistemaCOMICRO/FEMICRO/AMICRO.
José Tarcísio da Silva - Pres. COMICRO
Segundo o presidente da COMICRO, José Tarcísio da Silva, o XIX Congresso trará reflexões sobre os avanços e os desafios a serem enfrentados, principalmente num momento de grandes oportunidades. “Para que essas oportunidades se tornem realidade é preciso que haja apoio, divulgação e maior aproximação e conhecimento destes empresários dos benefícios que a lei lhes oferta.” O XIX Congresso fará homenagem à políticos, que fizeram parte da Frente Parlamentar Mista das Micro e Pequenas Empresas, por sua determinante ação na promoção dos interesses do segmento que é o de maior capacidade de inclusão econômica e social do país. Na programação, assuntos como os sete anos da Lei Geral das MPEs, ações transformadoras para os pequenos negócios, a revolução do empreendedorismo individual no Brasil e a Inclusão Empreendedora de Jovens. Palestrantes de peso estarão presentes no evento, entre eles, o Senador Armando Monteiro Neto (PTB/PE), o Ministro-Chefe da Secretaria da Micro e Pequena Empresa Guilherme Afif Domingos e o Gerente de Políticas Públicas do Sebrae/NA, Bruno Quick.
Ministro Afif Domingos estará no Recife para palestrar em Congresso da Microempresa
"Steve Jobs disse que fazer o simples é muito complexo e fazer o complexo é simples, é só não pensar. A burocracia no Brasil não pensa. " Essa é a opinião do ministro da Micro e Pequena Empresa da Presidência da República, Guilherme Afif Domingos. Para o ministro, existem ações transformadoras que são fundamentais para o desenvolvimento dos pequenos negócios no Brasil: desoneração tributária, e a desburocratização da abertura e fechamento de empresas. Só assim, segundo ele, será possível dar competitividade aos pequenos empreendedores, com a ampliação de mercados, redução de custos e aumento da lucratividade.
Senador Amando Monteiro confirma presença no congresso da Microempresa para falar sobre os 7 anos da Lei Geral das MPEs
A Lei Geral das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte foi instituída em 14 de dezembro de 2006 (Lei Complementar Federal 123/2006) para regulamentar o disposto na Constituição Brasileira, que prevê o tratamento diferenciado e favorecido à microempresa e à empresa de pequeno porte. A Lei Geral uniformizou o conceito de Micro e Pequena Empresa ao enquadrá-las com base em sua receita bruta anual. A Microempresa deve ter a receita bruta igual ou inferior a R$ 360.000,00. Se a receita bruta anual for superior a R$ 360.000,00 e igual ou inferior é R$ 3.600.000,00, a sociedade será enquadrada como Empresa de Pequeno Porte. Estes valores referem-se a receitas obtidas no mercado nacional. Também foi criado o Microempreendedor Individual, que é pessoa que trabalha por conta própria e se legaliza como pequeno empresário optante pelo Simples Nacional, com receita bruta anual de até R$ 60.000,00. O Microempreendedor pode possuir um único empregado e não pode ser sócio ou titular de outra empresa.
Projeto modifica a lei
O relatório final dos projetos que modificam o Estatuto da Micro e Pequena Empresa foi aprovado, por unanimidade, no último dia 11 de dezembro, na comissão especial criada pela Câmara dos Deputados para analisar a matéria. As modificações são muito positivas para os empreendedores brasileiros. e focam na desburocratização e fomento dos pequenos negócios. O texto aprovado é o substitutivo do relator, deputado Cláudio Puty (PT-PA), aos Projetos de Lei Complementar 221/12 e 237/12. Com a aprovação na comissão especial, a proposta segue agora para votação no Plenário da Câmara, possivelmente, ainda em 2014.
Gerente de Políticas Públicas no Sebrae/NA, Bruno Quick, estará no Congresso da Microempresa para falar sobre a revolução do empreendedorismo individual
Uma revolução silenciosa tem transformado a vida de milhões de pequenos empreendedores que não tinham condições de formalizar seus negócios. Microempreendedor Individual (MEI) é a pessoa que trabalha por conta própria e que se legaliza como pequeno empresário. Para ser um microempreendedor individual, é necessário faturar no máximo até R$ 60.000,00 por ano e não ter participação em outra empresa como sócio ou titular. Os números são impressionantes, até 2015, o Brasil poderá ter quatro milhões de empreendedores individuais, alta de 37% ao ano, segundo Bruno Quick, gerente de Unidade de Políticas Públicas do Sebrae. Pesquisa do Sebrae aponta que 87% dos chamados MEIs desejam ampliar seus negócios e se tornar microempresários nos próximos anos, o que traz um potencial relevante tanto de geração de empregos, quanto de investimento na economia. “Em 2015, se chegarmos a quatro milhões de empreendedores, imaginemos que um milhão deles queira aumentar seus negócios e, para isso, contrate uma pessoa a mais. Teríamos um milhão de empregos gerados por esse público”, disse. Quick estimou que, se um em quatro empreendedores investisse R$ 1 mil para expandir sua atuação, poderia ser aplicado R$ 1 bilhão via esses empresários.
Pequenos empreendedores levam a recorde na criação de empresas em janeiro
O número de empresas criadas em janeiro deste ano – 160.348 empreendimentos – representou aumento de 8% sobre igual mês do ano passado, quando foram sido abertas 147.337companhias. O volume foi o maior já registrado na comparação entre empreendimentos abertos nos meses de janeiro desde 2010, informou o Indicador Serasa Experian de Nascimento de Empresas. Economistas da Serasa Experian atribuem o crescimento à formalização dos negócios no Brasil, puxada pelos microempreendedores individuais. Do total de empresas abertas, 74,2% são do grupo microempreendedores individuais, que registrou 119.019 processos de criação, com crescimento de 18,8% sobre janeiro do ano passado.
Jovens brasileiros cada vez mais empreendedores
Eles têm segurança para arriscar, lembram vagamente o que é inflação, cresceram em meio às mais importantes inovações tecnológicas e em um mundo já cheio de mudanças sociais e entram no mercado sem a intenção de serem subordinados, mas de criar seus próprios negócios. São os jovens que lideram o ranking de empreendedores iniciais no Brasil, deixando de lado empregos vistos como ideais durante muito tempo — seguros e estáveis, em concursos públicos ou com carteira assinada — para investir em projetos com foco em maior qualidade de vida e realização profissional. Conforme a pesquisa Global Entrepeneurship Monitor (GEM) 2013, realizada pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) em parceria com o Instituto Brasileiro da Qualidade e Produtividade (IBQP), a faixa etária na qual se observa a maior frequência de empreendedores iniciais é a de 25 a 34 anos (21,9%). Aqueles entre 18 e 24 anos também têm papel importante no ranking e foram responsáveis pela criação de 16,2% das empresas no País no passado. A faixa etária classificada como juventude é razoavelmente subjetiva. A Organização das Nações Unidas (ONU) entende por jovens aqueles entre 15 e 24 anos. Já o Estatuto da Juventude brasileiro encara como população jovem indivíduos entre 15 e 29 anos. Fato é que a chamada Geração Y – pessoas nascidas a partir de 1978 até o final dos anos 1990 –, vista como individualista e comodista, vem mostrando que tem outros lados. A solução encontrada por muitos para se desenvolver de acordo com seus anseios é criar o próprio modelo de negócio, com gestão focada naquilo em que acreditam.
Contatos:
Telefone: 81-32221985
Karina Rocha : comunicacao@comicro.org.br
segunda-feira, novembro 04, 2013
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